Como começar a conseguir trabalho?

Vejo muitas pessoas que estão cursando Letras ou Tradução (seja graduação ou pós-graduação) e querem entrar no mercado, mas não sabem por onde começar. Não sei a receita correta, mas passarei as dicas pelo que vivenciei desde que comecei minha carreira como tradutora.
1º – Siga as dicas do post “Como começar minha carreira como tradutor?“. Lá você terá dicas de sites para tradutores, grupos de discussão, o que estudar, etc.
2º – Faça seu cadastro em alguns classificados online, assim como nos sites indicados no post linkado no item acima. Isso abrirá portas para conseguir alguns clientes diretos.
3º – Faça uma busca de agências de tradução para enviar seu currículo.
4º – Faça cursos e aumente sua rede de contatos. Muitos trabalhos que recebemos são indicados por outros colegas.
5º – Persista! Continue estudando, pesquisando novos sites, enviando currículos.
Ao começar minha carreira, tive a sorte de conseguir clientes diretos logo de cara, mas nem sempre isso acontece. E conseguir uma vaga para trabalhar in house também não me parece algo tão fácil. Então, o que sugiro é que você, além de se cadastrar em sites e disponibilizar o seu serviço, envie e-mails com seu currículo para agências de tradução para trabalhar como freelancer.
A cada dia você vai adquirir mais experiência para fazer um trabalho cada vez melhor e especificar ainda mais suas buscas por clientes diretos e/ou agências de tradução.

Essa profissão vai me permitir viver bem financeiramente?

Muitas pessoas procuram seguir uma carreira que possa dar uma boa situação financeira, mas sabemos que no fundo trabalhar apenas por dinheiro não vale a pena. Para ser tradutor é preciso gostar, amar a profissão.

 

Como já falamos em outro post, o tradutor pode trabalhar como autônomo/freelancer, em sua própria casa, como também pode trabalhar em uma agência de tradução. Também já ouvi falar de agências que pagam salários fixo aos tradutores e assinam a carteira de trabalho para que os mesmos trabalhem para a agência, de casa.
Enfim, será que conseguirei viver bem financeiramente trabalhando como tradutor?

 

O tradutor que trabalha diretamente na agência possui um salário fixo, ou seja, receberá todo mês aquele determinado valor acordado na contratação. Até hoje, já vi empresas que pagam desde R$1.200,00 até R$1.800,00 para trabalhar durante 8 horas, e claro, com uma meta de X mil palavras por mês para traduzir. Algumas dessas agências oferecem bônus caso a meta seja ultrapassada.
O tradutor autônomo/freelancer não possui um salário certo todo mês. Tampouco possui uma data certa de pagamento. Em um determinado mês o tradutor autônomo pode receber um salário de R$5.000,00 ou R$10.000,00 ou até mais, dependendo da quantidade de trabalho, e no próximo mês (ou além), receber somente um salário mínimo, se chegar a isso.
Para trabalhar sem ter uma carteira assinada, de maneira autônoma é preciso ser uma pessoa controlada financeiramente, pois nunca sabemos quando teremos um novo trabalho que nos dê um salário tão bom quanto o daquele mês.
Pode ser que em algumas épocas do ano o tradutor passe por alguns apertos e precise economizar mais, e talvez, atrase o pagamento de algumas contas, caso não tenha um reserva, ou a mesma já tenha acabado. Por isso, não gaste tudo o que receber. Sempre que possível, guarde uma parte do salário (use o princípio de Pareto: 20% para gastar e 80% para guardar ou a lei do livro “O homem mais rico da Babilônia” onde 10% são para guardar, 70% para pagar as contas e 20% para supérfluos).
Outro detalhe que deve ser levado em consideração é a questão da qualidade de vida. Não adianta ganhar rios de dinheiro e viver infeliz (afinal, passamos a maior parte do nosso tempo trabalhando). Às vezes é melhor ganhar um pouco menos, não ter tanto luxo e ser feliz, poder aproveitar a vida e a família.
Certa vez li o depoimento de um tradutor que dizia que às vezes pagava as suas contas com atraso, pois ainda não havia recebido o seu pagamento, mas preferia isso e ter tempo para seus filhos, para vê-los crescer e estar com sua família (pois é autônomo e pode escolher o horário de trabalho) que trabalhar de 6h a 8h por dia e não estar presente em sua família.
Quando quero comprar algo mais caro, me pergunto quantas laudas/palavras preciso traduzir para conseguir adquirir tal coisa, e isso, claro, sempre levando em consideração todas as contas fixas que tenho para pagar mensalmente.
Minha opinião é: trabalhe fazendo o que gosta. Quando gostamos do que fazemos, realizamos um bom trabalho, e como consequência, somos indicados à outras pessoas/empresas. E, no caso da tradução, escolha o que vai ser melhor para você. E seja feliz!!!

Como ser um tradutor ainda melhor

Todo cliente, seja ele cliente direto ou agência de tradução vai preferir o profissional que faça o trabalho da melhor maneira possível. Ser um bom tradutor é essencial para conseguir mais trabalhos, mas qualidade não é argumento de diferencial, pois é o mínimo que podemos oferecer, então, deixo algumas dicas abaixo para você se tornar um tradutor ainda melhor!

Verifique os trabalhos antes de aceitá-los! Jamais aceite um trabalho e combine valores e prazo de entrega antes de verificar o arquivo, pois às vezes podemos nos enganar, achando que o mesmo será fácil e quando vemos, percebemos que possui algumas dificuldades, seja por motivos de vocabulário, por ser um documento não editável, ou qualquer outro detalhe que dificulte e tarde a entrega. Fazer um trabalho com prazo de entrega curto nos traz um ambiente infeliz e de ansiedade, o que pode causar a perda de qualidade do serviço. Portanto, esteja ciente de como é o trabalho que está recebendo para combinar tudo com o cliente e não frustrá-lo no meio do prazo combinado.

Descanse! Você não é uma máquina, e como todos, também tem direito a descansar. Faça pausas para beber água, alongar, almoçar, e até mesmo dormir. Muitos tradutores passam noites em claro trabalhando, mas não permita que isso vire uma rotina!



Domine suas ferramentas de trabalho! Todo profissional que precisa de uma ferramenta para auxiliar seu trabalho deve conhecê-la para utilizá-la da melhor maneira possível. A mesma coisa acontece com o tradutor. As ferramentas de tradução assistida são atualmente muito úteis, porém muitos tradutores não investem seu tempo para realmente aprender a usá-las de forma eficiente, o que leva à perda dos elementos de aprimoramento da produtividade que as CAT’s oferecem. Leia o manual, quando tiver dúvidas, pergunte a um colega que a utiliza, invista em cursos para se aprimorar e aperfeiçoar sua carreira e trabalhos.

Conheça seus limites! Muitos profissionais que trabalham na área de tradução são autônomos, o que faz com que não saibamos como será o nosso amanhã. Pode ser que esse mês consigamos um salário de R$10.000,00 e no próximo mês não chegue a um salário mínimo. Isso faz com que surja a tentação de aceitar todos os trabalhos que aparecem para garantir mais dinheiro, porém cuidado! Isso pode levar você a uma perda drástica na qualidade do trabalho, e às vezes a perda do cliente, também. É melhor explicar ao cliente que não há como fazer um trabalho de qualidade dentro daquele prazo e perder apenas um trabalho, do que aceitar e perder o cliente.
Faça a diferença! Não seja apenas mais um no meio da multidão. É importante ter algo para se destacar, de forma positiva, é claro. Ofereça algo a mais em cada trabalho que você traduzir. Um serviço extra pelo qual você não cobra. Sempre que você for além do solicitado, tenha certeza que este ato não passará desapercebido.
Seja um tradutor ainda melhor do que você já é, ou pretender ser!

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Texto inspirado no post How to be a happy translator

10 coisas que todo tradutor deve saber!

Começar a carreira como tradutor não é tão fácil como parece. Para conseguir trabalho, precisamos de clientes diretos ou de agências de tradução. Aí, começa a grande busca! Na maioria das vezes, a melhor forma de começar é trabalhar com agências de tradução. Porém, existem alguns detalhes que a maioria dos tradutores iniciantes não sabem. Fiquem atentos às dicas abaixo. Algumas delas foram inspiradas no post feito pela BTS.
1) Atenção ao enviar seu currículo! Antes de enviar seu currículo para alguma agência de tradução, entre no site e pesquise sobre a agência. Verifique se trabalham com os pares de idiomas que você traduz e se as áreas de tradução são as mesmas que a sua, pois não adianta querer ser tradutor de uma agência que trabalha com tradução jurídica, por exemplo, se você não gosta dessa área.
2) Seja paciente!  As agências de tradução recebem grandes volumes de trabalho, então, não estranhe caso demorem a ver seu currículo ou a enviar um feedback sobre seu teste. Caso passe muito tempo, entre em contato novamente para relembrar sobre o teste realizado, ou reenviar o seu currículo.
3) Esteja disponível! As agências geralmente dão preferência aos tradutores que estão disponíveis para receber seus projetos. Por isso, esteja sempre atento aos seus e-mails, e sempre que possível fique online no Skype (um dos meios de comunicação mais utilizados entre agências e tradutores).

4) Seja pontual! Quando uma agência enviar um trabalho e te informar sobre o prazo de entrega, verifique se será possível cumprir. Se disser que irá fazer a tradução, passe noites em claro, caso seja necessário, mas entregue o trabalho dentro do prazo. Atrasar um trabalho pode fazer com que você não receba mais nenhum projeto daquela empresa, ou cliente.

5) Trabalhe com qualidade! Independente de receber um trabalho de um cliente direto ou de uma agência de tradução, faça-o da melhor maneira possível! Há tradutores que diferenciam agência de cliente direto, entregando um trabalho com qualidade inferior às agências simplesmente por saberem que sua tradução será enviada para um revisor. Lembre-se que a preferência será daquele profissional que se esforça mais e entrega um serviço que exija pouca ou nenhuma revisão.
6) Mantenha a formatação do texto! Nunca, jamais altere a fonte do texto, tamanho da letra, espaçamento, cor, negrito, etc. Apenas traduza. Há clientes e agências que não gostam que seus textos sejam alterados, nem mesmo para corrigir um erro gramatical.
7) Confidencialidade é tudo! Um tradutor precisa saber que os trabalhos que recebe para traduzir são confidenciais. As informações que o tradutor recebe devem morrer com ele. Por isso, muitas agências procuram se resguardar, assinando contratos de confidencialidade com seus tradutores.
8) Seja discreto!  Em seu currículo ou em alguma entrevista, você até pode até citar que trabalhou com a agência X ou o cliente Y, mas nunca dê detalhes sobre os projetos e textos traduzidos. Lembre-se da confidencialidade.
9) Utilize uma CAT! Já falamos sobre as CATs em outros posts do blog, mas nunca é demais lembrar que muitas agências dão preferência aos tradutores que sabem utilizar alguma CAT, pois elas poupam tempo e trabalho, além de deixar o texto mais uniforme. Por isso, procure aprender a utilizá-las. Há vários vídeos no youtube com tutoriais simples para quem está começando.
10) Seja organizado! Tire da sua frente tudo que possa distraí-lo na hora do trabalho. Abra algumas guias do seu navegador para adiantar o trabalho na hora de pesquisar algum termo ou palavra. Seja direto em suas pesquisas (para não perder tempo) e se possível, tenha um dicionário digital para facilitar suas buscas.

Freelancer X In House

Uma dúvida que às vezes surge quando começamos nossa carreira como tradutor é justamente se devemos começar como tradutor freelancer (autônomo) ou se devemos trabalhar internamente em uma agência de tradução (in house).
Como em tudo na vida há vantagens e desvantagens, deixarei aqui algumas características para que você conheça um pouco e decida o que valerá mais a pena.

Tradutor Freelancer (autônomo):

  • Escolhe o próprio horário de trabalho: pode trabalhar de segunda a sexta-feira, ou somente aos finais de semana. Pode viajar, ir ao cinema ou à praia quando quiser, porém deve ser responsável o suficiente para manter a qualidade do trabalho e entregar tudo dentro do prazo combinado.
  • O salário pode variar de acordo com a demanda de trabalho. O mês que “chover” trabalho, pode receber um excelente salário, assim como se o mercado estiver escasso, o salário será bem mais baixo.
  • Tem a liberdade de escolher onde vai trabalhar. Só é importante lembrar que precisa do básico para isso: um computador com acesso à internet, principalmente.
  • Não tem alguns benefícios como férias remuneradas, plano de saúde, fundo de garantia, previdência… a menos que você mesmo pague por isso.
  • Trabalha sozinho, geralmente em sua própria casa.
  • Precisa saber controlar as finanças, afinal, como já foi dito antes, o salário varia de acordo com a quantidade de trabalho.
  • Tem a preocupação (principalmente no início da carreira) de buscar constantemente novos clientes (sejam clientes diretos ou agências de tradução) para aumentar a quantidade de trabalho.
Tradutor In House (trabalha internamente em uma agência de tradução):
  • Tem horário fixo de trabalho.
  • Tem salário fixo, podendo receber “um extra”, dependendo da agência, pois algumas impõem uma meta de X palavras que, caso sejam ultrapassadas, podem gerar bônus.
  • Chova ou faça sol, precisa ir todos os dias à agência, pois lá é o seu local de trabalho.
  • Tem benefícios como férias remuneradas, plano de saúde, previdência, fundo de garantia e outros mais, dependendo da agência.
  • Apesar de ser um trabalho “solitário”, estará em contato com as outras pessoas que trabalham ao seu redor na agência.
Escritório da Agência Porto Traduções
Eu nunca trabalhei In House, então não tenho tantas dicas para passar. Mas se você quiser mais informações, até mesmo para comparar as duas formas de trabalho, aconselho que ouça o TradCast // O primeiro podcast brasileiro de tradução que discute justamente esse tema.
Para quem trabalha há bastante tempo como tradutor e já possui uma sólida carteira de clientes, acredito que o melhor seja trabalhar como autônomo. Caso você esteja começando agora, pode optar por ser autônomo ou contratado. De uma forma ou de outra, viverá experiências que o ajudarão no futuro! Afinal, algumas coisas só aprendemos através das experiências vividas…

Defina seus objetivos como tradutor!

Outro dia estava lendo na internet um site que ensinava justamente a definir nossos objetivos. Parece algo simples, mas muitas vezes acabamos desviando nossa atenção com outras coisas e deixamos de lado um planejamento que é realmente importante quando queremos chegar em algum lugar.
Em seu site, Elena Fernández fala sobre o “profissional folha” e o “profissional flecha”. O primeiro, é aquele que vive como as folhas que caem das árvores e se deixam levar pelo vento, se movendo de um lado para o outro sem fazer esforço. Já o segundo, é aquele que decide fixar um objetivo com a intenção de ajustar seus esforços para alcançá-lo.
Assim como uma flecha tem o seu alvo bem definido para atingir, nós também precisamos de objetivos claros e reais para alcançar.
Veja alguns pontos importantes para traçar seus objetivos:
  • Precisão: se seu objetivo é conseguir trabalhar como freelancer para agências de tradução, especifique com quantas agências deseja trabalhar.
  • Indicador: é bom que você tenha um indicador ou uma forma de medir o quanto conseguiu atingir de seu objetivo. Se queria conseguir 10 agências, e você conseguiu 3.
  • Prazo: estabeleça prazos. Não é o mesmo conseguir trabalhar com 10  em 1 mês ou em 3 anos.
  • Escreva: novamente aconselho que coloque suas ideias no papel, assim é mais fácil lembrar e acompanhar o avanço.
Após a definição dos objetivos, é preciso traçar um plano de como iremos alcançá-lo. Segundo o exemplo acima, o objetivo é trabalhar como freelancer para 10 agências de tradução no Brasil, mas como vou conseguir isso em 1 mês?
1º passo: procurar na internet as 50 maiores agências de tradução no Brasil (1 a 2 dias);
2º passo: verificar (dentro das 50 agências) as que trabalham com áreas do meu interesse (1 a 3 dias);
3º passo: entrar em contato com as agências (2 dias);
4º passo: ver as respostas (esse passo pode levar um prazo maior, mas não deixe que passe de 15 dias para não perder o foco e os prazos estabelecidos).
Se por algum motivo seu objetivo não deu certo, reveja seu planejamento. Refaça e tente novamente. Às vezes, é por causa de um detalhe que não acertamos o alvo. O importante é ter seu objetivo bem claro, para que então você consiga traçar a melhor estratégia.
Seja flecha! Mire bem o seu alvo e boa sorte!

5 dicas de como se organizar para conseguir clientes

Todo tradutor precisa de clientes. Sem clientes não temos trabalho. Sem trabalho, não temos dinheiro.
Uma das tarefas mais complicadas, na minha opinião, é justamente a de conseguir clientes (seja cliente direto ou agência de tradução), pois hoje em dia a concorrência é muito grande, e pelo fato da profissão de tradutor não ser regulamentada, qualquer pessoa pode atuar na carreira.
Devido aos fatos citados, achei interessante escrever esse post com 5 dicas de como se organizar para conseguir clientes.
1- Analise o que você faz (legenda, interpretação, tradução de vídeo game, técnica, jurídica), como faz (ou seja, seu diferencial para fazer isso) e por que você faz isso. De preferência, escreva. Quando colocamos nossas idéias no papel, não ficam tão vagas. Neste site há uma tabela que vai te auxiliar bastante para fazer esta análise.
2- Defina sua especialidade. Muitos podem pensar que fazendo de tudo terão mais oportunidades, mas lembre-se que se queremos ter clientes, nosso trabalho precisa ter qualidade. Às vezes, quem faz tudo não faz nada direito.Busque trabalhar com áreas que tenha conhecimento e que sejam de seu interesse para que não venha a se transformar em algo chato. Ao definir com o que deseja trabalhar, será mais fácil conseguir encontrar os clientes certos.
3- Acesse um site de busca e pesquise sobre os profissionais que já atuam nessas áreas escolhidas. Assim, você pode ter uma noção da demanda do mercado.

 

4- Seu trabalho tem valor, e é preciso saber que valor o cliente percebe: quais vantagens ele receberá ao contratar o serviço, que problemas resolveremos, quais barreiras transpassaremos para favorecê-lo.

5- Invista em um cartão de visita e o utilize sempre que houver uma oportunidade. Mesmo que você trabalhe em casa e a maioria dos seus clientes tenham sido encontrados através da Internet, é importante ter um cartão para ser lembrado. O Networking é muito importante em nossa profissão, por isso, caso esteja em algum evento, é bom ter seu cartão de visitas para ser lembrado, ainda mais se seu cartão for criativo e diferente dos tradicionais.
Espero que essas dicas sejam úteis para começar a carreira! Qualquer comentário, crítica ou sugestão, escreva aqui embaixo.
Compartilhe o post!!!  😉