Como conseguir o 1º primeiro trabalho

O post dessa semana saiu “atrasado” aqui no blog, mas foi intencional, porque eu queria vincular a parte escrita com o vídeo, e como os vídeos são publicados no canal às quartas-feiras (e só os apoiadores do Tradutor Iniciante têm acesso ao vídeo antes), o post do blog acabou saindo mais tarde.

Mas enfim, vamos direto ao assunto, já que muitos iniciantes têm essa dúvida: Como conseguir o primeiro trabalho para colocar no meu currículo?

Não só na tradução, mas em muitas outras profissões, as pessoas só conseguem uma oportunidade depois de apresentar alguma experiência. Devido à isso, alguns tradutores iniciantes optam por fazer trabalho voluntário para ter algo para incluir no currículo.

Em um nos vídeos do canal, um leitor pediu para fazer um vídeo dando dicas de organizações que buscam tradutores voluntários. Atendendo ao pedido, fiz o vídeo, dei a minha opinião sobre o assunto e também deixei uma dica para quem quer a primeira oportunidade, ou para quem quer praticar.

Para assistir, basta clicar no play.

Se você gostou, passa no youtube e deixa o seu joinha no vídeo. E se você ainda não está inscrito no canal, aproveita e se inscreve para ficar por dentro das dicas e novidades!

21/06/2016 – Webinar Gratuito: A profissionalização do tradutor

É com grande alegria que faço esse post para contar e convidar os leitores do Tradutor Iniciante que no dia 21 de junho, às 19h, eu, Laila Compan, apresentarei o webinar: A profissionalização do tradutor que será transmitido pela ACME.

Depois de conversar sobre a importância da profissionalização dos profissionais autônomos, surgiu a ideia desse webinar, já que os número de profissionais liberais está crescendo cada vez mais no Brasil, porém muitas pessoas não estão devidamente preparadas para atuar, seja qual for a área.

Profissinalização

Pensando nisso, vamos conversar sobre alguns temas como por que devemos nos profissionalizar e como conquistar e manter clientes.

Este webinar será gratuito e as vagas são limitadas!!! Então, se você tem interesse em participar, corra e faça a sua inscrição!!!!!

Para saber mais, basta acessar o site da ACME e acompanhar as novidades pela Fanpage.

Calotes: como lidar com isso?

Sempre torcemos para não levar calote, mas infelizmente pode ser que aconteça. Não apenas torcemos, mas trabalhamos de um jeito que procuramos evitá-lo ao máximo, mas caso venha a acontecer, como lidar com isso? O que fazer?
Essa foi uma pergunta feita por um leitor do blog, e confesso que demorei um pouco a responder porque fiquei pensando em como eu reagiria caso passasse por essa situação novamente.
Tenho quase certeza que já comentei sobre isso aqui no blog, mas o primeiro cliente direto que eu tive, logo que comecei a carreira, foi também quem me deu o primeiro calote. Como a quantia era muito pequena, após cobrar inúmeras vezes eu acabei cansando, já que não valia a pena me estressar por tão pouco. Nesse caso, ficou de experiência.
Nunca recebi calote de uma agência de tradução. Já trabalhei com várias, trabalho com algumas ainda hoje e com outras preferi parar de trabalhar, mas todas sempre me pagaram na data combinada, a tarifa combinada.
Para não precisar lidar com calotes, é melhor se prevenir e tentar evitá-lo ao máximo. Quando falamos sobre agências de tradução, você pode pesquisar sobre elas em sites de buscas, no ProZ, nos grupos de tradutores, etc. As agências geralmente têm uma data fixa para efetuar os pagamentos, mas já vi muitos colegas comentando que algumas agências dão algum tipo de desculpa quando a data combinada chega e vão adiando o pagamento.
Com clientes direto você deve fazer pesquisas sobre eles e suas empresas, e você tem mais liberdade e pode solicitar um “sinal” para então começar a realizar o serviço. Alguns não aceitam e dizem não ter condições de realizar essa parte do pagamento. Cabe a você aceitar ou não o serviço. Mas independente do cliente dar ou não o sinal, quando você entrega a tradução, é preciso receber o pagamento pelo serviço.
Por mais que você queira trabalhar com contratos e peça para o cliente assinar um informando que está ciente sobre prazos de pagamento ou qualquer coisa do tipo, pode ser que ele não cumpra. Não sei se as agências que dão calote pedem para o tradutor assinar um contrato (já trabalhei com agências que exigiram a assinatura de um contrato e outras não, mas todas são sérias e como já falei, sempre me pagaram direitinho). Mas então, se percebermos que vamos levar um calote, o que fazer?
Vou dar 5 dicas (do que eu faço) que você pode utilizar caso sinta que vai levar um calote (de agência ou cliente direto).
1.  Pare e respire fundo! Não faça nada com a cabeça quente ou irritado, pois você pode se arrepender mais tarde.
2. Haja com profissionalismo e maturidade. Eu sei que bate uma revolta profunda, principalmente quando o cliente diz que vai pagar e fica enrolando, mas é nesse momento que temos que ser maduros e profissionais. É em casos assim que nossa atitude mostra quem somos.
3. Faça as cobranças por escrito. Por mais que seu cliente prefira o contato telefônico, sempre mantenha uma cópia do que foi conversado por e-mail. Isso serve como documentação para ambos. 
4. Se você não aguenta mais fazer cobranças, informe ao seu cliente (de maneira educada, porém com clareza), que o pagamento deve ser feito até a data X, caso contrário você buscará meios legais de receber a quantia que lhe é devida.
5. Se mesmo após fazer o que indica o ponto 4 o cliente não efetuar o pagamento, entre em contato com um advogado e solicite informações para saber como proceder e se valerá a pena brigar pela quantia que o cliente deve.
ATENÇÃO: Tradutor, neste caso, esqueça o site Reclame Aqui, pois este é para atender aos consumidores. Em um caso de calote nós não somos os consumidores, mas sim os prestadores de serviço!
Confesso que é muito chato fazer cobranças, mas é mais chato ainda você trabalhar de graça. Eu sempre procuro tentar resolver meus problemas (seja com cliente ou com quem quer que seja) de maneira amigável e sem precisar envolver a Justiça. O último caso que aconteceu comigo, eu parei no número 4. Enviei mensagem para o cliente informando que se não efetuasse o pagamento até a data X, eu entraria com meios legais para receber o dinheiro. E não é que deu certo?!
Outra dica que dou é que você tente resolver tudo entre vocês e não saia ameaçando dizendo que vai gritar o nome dele por aí. E tome cuidado caso essa ideia passe pela sua cabeça, pois caso ele veja, ainda pode virar o jogo e se tornar a vítima, processando você por difamação, calúnia, e outras coisas mais que podem querer acrescentar ao processo. Se quiser ver outras dicas, clique aqui.
Eu não sei se o leitor que fez essa pergunta sobre como lidar com calotes recebeu um calote ou se só está querendo se precaver, então, fiz um post talvez um pouco genérico, mas que tem o passo a passo do que eu faço quando sinto que vou levar um calote. Espero que ajude. 😉

Programa de Mentoria da Abrates

É com muito orgulho e com muito prazer que faço esse post sobre o mais novo benefício que a Abrates está oferecendo para os associados: O Programa de Mentoria Caminho das Pedras! =D
Esse programa tem como objetivo orientar profissionais com até 2 anos de experiência, ou estudantes do último ano dos cursos de Tradução, Interpretação ou Letras, sobre
aspectos práticos do mercado. Se você se encaixa nesse perfil, é associado da ABRATES e está em dia com suas obrigações, você pode participar do Programa de Mentoria, que tem duração de 6 meses.
O Mentorado deve esperar uma troca sincera de informações com profissionais experientes, bem-sucedidos e que compartilham a visão da ABRATES de que a entrada de profissionais mais bem preparados no mercado é benéfica para toda a categoria e também para os clientes. A principal função do Mentor é orientar o Mentorado, seguindo os tópicos do Programa Básico, além de discutir as dúvidas quanto à entrada no mercado, atuação ética junto aos pares e clientes, e de ajudar o Mentorado a alcançar suas metas.
No entanto, o Mentorado não deve esperar que o seu Mentor faça a revisão das suas traduções, oriente sobre como ser aprovado na prova de certificação da ABRATES ou de qualquer outra instituição, ofertas de trabalho, indicações para clientes ou agências. Por isso o nome do Programa é Caminho das Pedras.
O Mentor não definirá metas para o
Mentorado. Essa é uma função do Mentorado, cabendo ao Mentor o dever de
colaborar, sem se impor.
O Programa de Mentoria não é um estágio. O Mentor não solicitará trabalhos de tradução ou interpretação ao Mentorado.
O Mentorado deve definir suas metas tendo como base os itens abaixo, sem que isso signifique uma restrição à abordagem de outros aspectos da carreira. O Mentor deve ajudar o Mentorado a desenvolver, além das metas específicas de cada Mentorado, os seguintes pontos:
● Como elaborar um CV profissional e eficiente
● Como investigar a reputação de clientes
● Como avaliar pontos importantes do contrato com agências
● Como definir e negociar valores
● Como dizer “não”
● Como lidar com feedback negativo
● Como desenvolver seu networking
● Como e onde se informar sobre eventos na área
Se você quiser saber mais informações sobre o Programa de Mentoria, basta acessar o site da ABRATES.
Para receber atualizações, curta a Fan Page e fique por dentro.
Se você não sabe quais são alguns dos benefícios de ser um associado, veja o post Abrates: o que é e por que devo me associar?

Por que devo escolher uma área de tradução para atuar?

Ultimamente eu tenho tocado muito nesse assunto, e geralmente quando falo isso, algumas pessoas se assustam, pois acham que se resolverem se especializar em uma determinada área, vão restringir sua oferta de serviços e acabarão com menos clientes.
A primeira coisa que você precisa tirar da sua cabeça é que se você se especializar em um determinada área vai diminuir sua demanda de cliente!
Quando você se especializa, você começa a se interessar cada vez mais por aquela área (principalmente se ela te render dinheiro), e com a experiência você vai se tornando melhor a cada dia, e quem sabe, até vire referência no assunto.
O segundo ponto pelo qual defendo essa opinião é porque ao escolher uma determinada área, quando você precisar prospectar (fazer seu marketing para conseguir novos clientes) será muito mais fácil saber onde procurar os clientes e como se apresentar e falar com eles. Você conhecerá o vocabulário deles e os seus interesses.
Mas quais são as áreas de tradução que eu posso escolher?
Acho que ninguém vai fazer essa pergunta, até porque já fiz um vídeo para o nosso canal falando sobre isso. Se você não viu, vou deixar aqui para você ver (e lembra de deixar um “joinha” no vídeo pra ajudar o canal a crescer).
Se você ainda não está inscrito no canal, corre lá e se inscreve, e convida os seus amigos para fazer parte dessa família que está crescendo a cada dia!!! =)
Lembrando que toda quarta-feira é dia de vídeo novo no canal, e estou pensando em fazer um bate-papo ao vivo com todo mundo, 1 vez por mês, que tal????
Então corre, clica aqui para se inscrever e ficar por dentro das novidades!!!

Quanto devo cobrar? – 3

Esse tema gera muitas dúvidas, principalmente para iniciantes, por isso, esse já é o terceiro post feito para ajudar os tradutores a saber qual deve ser a sua tarifa mínima por palavra. No post Quanto devo cobrar?, o primeiro da série, simplesmente estabeleci alguns preços, o que confundiu algumas pessoas, pois o tempo foi passando e eu não fiz atualizações nas tarifas sugeridas. Foi então que fiz post Quanto devo cobrar? – 2, onde ensino uma fórmula para você calcular a sua tarifa mínima por palavra, já que a tarifa é algo muito particular, pois varia de acordo com os custos que cada um tem para trabalhar.
Quando fui ao III Café com Tradução, no dia 21 de novembro (para saber como foi, é só clicar aqui), aprendi mais uma fórmula para calcular a tarifa mínima por palavra. E como prometi que passaria para vocês, lá vai!

Quem ensinou essa fórmula foi o William Cassemiro. Me ajudou bastante pois com essa fórmula é possível calcular a tarifa já pensando em feriados, férias, etc. Mas vamos começar pelo começo!!!

Tradução é um trabalho. Se você trabalha, ou você recebe pelo seu trabalho, ou você é um filantropo, ou você é um escravo. Se você recebe, só é interessante se manter no negócio se há lucro, ou seja, se você consegue pagar TUDO o que precisa para ter uma vida financeira saudável. Agora, se você não está nessa por dinheiro, você não está no negócio. Afinal, nós vendemos o nosso tempo, a nossa experiência.

Como o que vendemos não é algo tangível, mas sim algo intelectual, precisamos vender por um valor que cubra TODAS as nossas necessidades. Mas quanto é isso?
Pois é, lembra que comentei que a tarifa por palavra é algo muito pessoal? Então, para saber o quanto você deve cobrar, você precisa considerar:

 

  • Custos pessoais (aluguel, alimentação, estudos, roupas, veículo para uso pessoal, taxas bancárias, impostos, plano de previdência, poupança, seguros, entretenimento, férias, plano de saúde, doações, etc.);
  • Custos operacionais (telefone, internet, livros, dicionários, roupas profissionais, veículo para uso profissional, viagens a trabalho, equipamentos de escritório, software, backup de dados, etc.);
  • Custos de crescimento e capitalização (plano estratégico, congressos, novo hardware e software, manutenção de equipamentos, custo de desenvolvimento de um site, etc.).
Se pararmos para pensar, temos muitos custos!!!
Vamos supor que a soma de todos esses custos em um ano seja de $50.000,00 (faça os cálculos sempre na sua moeda).
Agora vamos pensar: Quantas horas quero trabalhar para ganhar esse valor?
Quero trabalhar 8 horas por dia, 5 dias por semana. Logo, trabalharei 40 horas semanais.
Se 1 ano tem 52 semanas, trabalharei 2080 horas por ano (horas semanais x semanas por ano).
MAS…
Na verdade, não trabalharei essas 2080 horas por ano, pois:
  • Quero férias (30 dias): menos 240 horas;
  • 18 feriados (sem contar anos atípicos com copa do mundo e olimpíadas): menos 144 horas;
  • Indisponibilidades mensais (imprevistos acontecem): menos 10 horas;
Assim, tenho 1686 horas faturáveis? Não!
É preciso lembrar que também trabalhamos indiretamente, ou seja, precisamos de tempo para fazer pesquisa de termos para a realização de um trabalho, tempo para nos organizar, para fazer nosso marketing, cuidar da contabilidade, etc. Para isso, vamos separar 30% do nosso horário de trabalho.
  • Horas indiretas (30%) – menos 506 horas
Logo, tenho 1180 horas faturáveis!
Agora, vamos ver o valor que quero ganhar dividido pelas horas faturáveis para saber o valor da minha hora.
$50.000,00 / 1180 horas faturáveis = $42,37 por hora
Ou seja, $43,00 por hora. SEMPRE arredonde para cima!!!! Esse será o meu break-even (ponto de equilíbrio).
Devemos considerar todos esses dados (férias, feriados, imprevistos, etc.) na hora de fazer os cálculos, pois se considerássemos apenas as horas totais iniciais, o valor seria $50.000,00 / 2080 h = $24,04 por hora. Com esse valor ou eu não conseguiria me manter, ou me mataria de trabalhar para ganhar $50.000,00.
Legal! Descobri quanto devo cobrar por hora! Mas agora preciso saber quanto tenho que cobrar por palavra.
Simples!!!
É só saber quantas palavras consigo traduzir por dia.Sabendo o total de palavras que consigo traduzir por dia, preciso saber quantas palavras posso traduzir por hora e então, dividir o meu break-even pela quantidade de palavras que traduzo em 1 hora.

Por exemplo:

Vamos supor que eu consiga traduzir 3000 palavras por dia. Então, teoricamente consigo traduzir 375 palavras por hora.

Se eu cobro 43,00 por hora, vou cobrar 0,12 por palavra (43,00 por hora / 375 palavras que traduzo por hora).

Mas Laila, estou começando agora na profissão. Não sei quanto tempo levo para traduzir um trabalho!
Isso você só vai descobrir com a prática. Para ter uma ideia, comece pegando qualquer texto para traduzir e calculando o tempo que você leva. 

Agora é só escolher a fórmula que se adapta mais à sua situação para calcular a sua tarifa mínima por palavra e passar o orçamento para o seu cliente, sem medo de ser feliz. =)

Dica de fim de ano

Olá, tradutores!!!!
Dezembro chegou!!! Mês de festas e de muito planejamento para o próximo ano! Mas que tal já começar a agradar os seus clientes deste ano para mantê-los em 2016?
Eu sempre falo que é importante agradar os clientes e mostrar o seu diferencial! Por isso, fiz esse vídeo com uma dica, que é mais uma lembrança misturada com dica, para você agradar e conquistar seu cliente.
Para ver o vídeo, basta clicar no “play” do link abaixo.

Lembre-se de dar um joinha no vídeo (lá no youtube) para ajudar o canal, e inscreva-se para ficar por dentro de todas as dicas e novidades! Quem está inscrito no canal tem acesso aos vídeos antes de todo mundo!!!

Acredite no seu trabalho

Para meus queridos Tradutores Iniciantes (e experientes também), o post de hoje é uma mistura de “puxão de orelha” com motivação. rs… Estou brincando, mas o assunto do post de hoje é muito sério!

Em algum momento post do blog eu já falei que devemos valorizar o nosso trabalho, mas já vi várias pessoas perguntando em vários grupos de tradução se a tabela do Sintra é válida, se podemos praticar esses valores, se os clientes vão aceitar pagar, se podem cobrar esses valores mesmo sendo iniciante…
Todas essas dúvidas têm a mesma resposta: SIM! Podemos praticar esses valores, os clientes aceitam pagar, e você pode cobrar esses valores mesmo sendo iniciante, MAS é preciso estar atento: Os valores de referência do Sintra são para trabalhos finalizados. Isso significa que você pode cobrar sim, mas de cliente direto. Você jamais conseguirá cobrar este valor para uma agência de tradução, ou para um colega que vai dividir o trabalho com você.
Algumas pessoas dizem que o valor é irreal, que é absurdo e ninguém vai pagar. Desculpa, mas eu já cobrei a tabela do Sintra para vários clientes diretos que aceitaram, e voltaram! Então, se você tem um cliente direto (seja ele pessoa física ou jurídica), você pode cobrar esse valor.
Já vi pessoas falando que se cobrar os valores de referência do Sintra o cliente não aceita pagar e você ainda perde o cliente. Essa informação não pode ser generalizada! Mas é preciso lembrar que se você quiser cobrar R$0,45, ou R$0,34 para uma agência de tradução, é claro que não vão aceitar e não o chamarão novamente para realizar um trabalho, afinal, a agência tem o trabalho de encontrar o cliente, ajeitar o arquivo e enviá-lo perfeito para você traduzir, depois que você traduz a agência paga outra pessoa para revisar, formata o arquivo, etc. Então, por que a agência deveria pagar uma tarifa tão alta para você, se o trabalho mais complicado e que exige mais tempo é dela?
No dia 03 de novembro o Tradutor Iniciante oferecerá um webinar sobre como vender o valor do seu trabalho, tanto para agências de tradução, como para clientes direto, e fazer você perder o medo de cobrar o quanto seu trabalho vale. Caso você tenha interesse em participar, deixe eu comentário aqui no post, ou envie um e-mail para contato@tradutoriniciante.com.br para deixar seu nome na lista, afinal, as vagas serão limitadas.
Vamos parar para pensar e analisar de fato o quanto vale o nosso trabalho.
Não tenha medo do cobrar! Envie seu orçamento com confiança, afinal, você estudou para isso, você investiu em vários materiais (computador, internet, cursos, CAT Tools, etc) para poder oferecer um serviço de qualidade, e se o cliente realmente precisar e quiser um serviço de qualidade, vai aceitar pagar, mas para isso você precisa demonstrar confiança.

Quanto devo cobrar? 2

Se você acompanha o blog, sabe que já escrevi um post sobre Quanto devo cobrar, mas esse post é bem antigo… Escrevi logo que comecei o blog, então, os valores que estão sugeridos ali já estão desatualizados.
Quando escrevi o livro “Tradutor Iniciante: O que você precisa saber para começar sua carreira!“, ensinei um jeito de saber qual é o valor mínimo por palavra que você deve cobrar.
Se você ainda não tem o livro, veja o vídeo abaixo para saber como calcular a sua tarifa.
Se você gostou dessa dica, deixe um joinha no vídeo e se inscreva no canal Tradutor Iniciante, no #YouTube.
Para garantir seu livro, clique aqui!Veja também o post Quanto devo cobrar? 3.

Tradução e Mercado: O Tradutor como empreendedor

No dia 25 de setembro a Estácio promoveu uma palestra gratuita sobre a Tradução e o Mercado, e a professora Simone Resende me convidou para participar da palestra, o que para mim foi uma honra!!!
Adoro dividir e compartilhar o pouco que sei, pois ao fazer isso, sempre aprendo mais um pouco. E na palestra não foi diferente! Aprendi muito com as palestras da Barbara e da Simone.
Nossa intenção era de transmitir a palestra ao vivo pelo Periscope @TradutorIniciante, que está vinculado ao meu Twitter (@LailaCompan), mas como não tínhamos wi-fi disponível e o meu 3G não estava funcionando dentro da sala, foi impossível fazer a transmissão.
Mas como eu tinha prometido que gravaria a palestra para quem não pudesse ir, e “a promise is a promise”, deixo o vídeo disponível no canal Tradutor Iniciante, no YouTube.

Todos os links falados durante a palestra estão disponíveis na descrição do vídeo, no YouTube.
Se você gostou do vídeo, deixe um joinha e se inscreva no canal! Deixe também seus comentários sobre outros assuntos que vocês queiram ver em vídeo.