07/01/14 – Conferência: “Tradução literária em língua espanhola: entre a técnica, a arte e a mediação intercultural”

2014 já vai começar com eventos voltados para a tradução.

Fique ligado!!!

CONFERÊNCIA: “Tradução literária em língua espanhola: entre a técnica, a arte e a mediação intercultural” com a Dra. Bethania Guerra de Lemos.

DIA: 7 de janeiro de 2014.
HORÁRIO: 15h.
LOCAL: UERJ – Auditório do bloco D – 11º andar – INSTITUTO DE LETRAS.
ENTRADA: GRÁTIS!!!

Clique para aumentar a foto.

Como gerar um trabalho de qualidade

Antes de começar a escrever este post, quero deixar bem claro que a ideia inicial não foi minha. Recebi essas dicas por e-mail, achei super interessante e gostaria de repassar aos Tradutores Iniciantes. Quem tiver interesse em ver o post original com toda a matéria, basta visitar o blog Ecos da Tradução.

Como ia dizendo, seguem abaixo algumas dicas sobre como gerar um trabalho de qualidade.

1) Evite suposições! Se houver algo errado, ou se surgir alguma dúvida, pergunte! 

2) Atenção aos aspectos culturais! Entre em contato com o gerente de projetos ou seu cliente direto e alerte-o sobre qualquer coisa no documento original que possa parecer ofensiva, inaceitável ou peculiar para o público do idioma de chegada.



3) Lembre-se das convenções! Use pontuação, citação, formatação de números e outras normas de acordo com as regras do idioma de chegada. Mantenha a formatação do documento, como já falamos em outro post, mas principalmente, siga as regras do idioma final.



4) Conversões: consulte seu cliente ou gerente de projeto para saber se é necessário converter moedas, medidas, etc., caso não seja informado antes de começar o trabalho.



5) Jamais faça adivinhações ou invente! Procure na internet por nomes de empresas, publicações, lugares, entre outros para garantir a grafia correta, ou se já existe uma tradução para aquela palavra.



6) Revise e garanta a qualidade! Sempre compare a tradução com o documento original, sentença por sentença, para ter a certeza de que não está faltando nada e que todo o significado está apresentado de maneira apropriada. Caso o documento apresente números ou tabelas, confira com cuidado.



7) Use o corretor ortográfico! Ao terminar um trabalho, certifique-se de configurar o corretor ortográfico no idioma correto. Ajudará a evitar erros simples que às vezes passam sem que percebamos.


8) Respeite o estilo! Quando for revisar seu trabalho final, verifique se o estilo do texto/autor não foi alterado.



9) Encontrei um erro! Caso note algum erro ou discrepância no original, destaque e alerte seu gerente de projetos ou cliente direto para saber se deverá mantê-lo ou corrigi-lo. Lembre-se que em determinados tipos de texto, o erro pode ser proposital.
10) Evite alterar o nome dos arquivos! Muitas agências de tradução solicitam que o nome do arquivo seja mantido como no original, mesmo após a tradução. Caso não informe, pergunte.

Como falei no início do post, essas dicas me pareceram muito úteis. Se você gostou, curta e compartilhe com seus amigos! Os comentários também são sempre bem-vindos!

10 coisas que todo tradutor deve saber!

Começar a carreira como tradutor não é tão fácil como parece. Para conseguir trabalho, precisamos de clientes diretos ou de agências de tradução. Aí, começa a grande busca! Na maioria das vezes, a melhor forma de começar é trabalhar com agências de tradução. Porém, existem alguns detalhes que a maioria dos tradutores iniciantes não sabem. Fiquem atentos às dicas abaixo. Algumas delas foram inspiradas no post feito pela BTS.
1) Atenção ao enviar seu currículo! Antes de enviar seu currículo para alguma agência de tradução, entre no site e pesquise sobre a agência. Verifique se trabalham com os pares de idiomas que você traduz e se as áreas de tradução são as mesmas que a sua, pois não adianta querer ser tradutor de uma agência que trabalha com tradução jurídica, por exemplo, se você não gosta dessa área.
2) Seja paciente!  As agências de tradução recebem grandes volumes de trabalho, então, não estranhe caso demorem a ver seu currículo ou a enviar um feedback sobre seu teste. Caso passe muito tempo, entre em contato novamente para relembrar sobre o teste realizado, ou reenviar o seu currículo.
3) Esteja disponível! As agências geralmente dão preferência aos tradutores que estão disponíveis para receber seus projetos. Por isso, esteja sempre atento aos seus e-mails, e sempre que possível fique online no Skype (um dos meios de comunicação mais utilizados entre agências e tradutores).

4) Seja pontual! Quando uma agência enviar um trabalho e te informar sobre o prazo de entrega, verifique se será possível cumprir. Se disser que irá fazer a tradução, passe noites em claro, caso seja necessário, mas entregue o trabalho dentro do prazo. Atrasar um trabalho pode fazer com que você não receba mais nenhum projeto daquela empresa, ou cliente.

5) Trabalhe com qualidade! Independente de receber um trabalho de um cliente direto ou de uma agência de tradução, faça-o da melhor maneira possível! Há tradutores que diferenciam agência de cliente direto, entregando um trabalho com qualidade inferior às agências simplesmente por saberem que sua tradução será enviada para um revisor. Lembre-se que a preferência será daquele profissional que se esforça mais e entrega um serviço que exija pouca ou nenhuma revisão.
6) Mantenha a formatação do texto! Nunca, jamais altere a fonte do texto, tamanho da letra, espaçamento, cor, negrito, etc. Apenas traduza. Há clientes e agências que não gostam que seus textos sejam alterados, nem mesmo para corrigir um erro gramatical.
7) Confidencialidade é tudo! Um tradutor precisa saber que os trabalhos que recebe para traduzir são confidenciais. As informações que o tradutor recebe devem morrer com ele. Por isso, muitas agências procuram se resguardar, assinando contratos de confidencialidade com seus tradutores.
8) Seja discreto!  Em seu currículo ou em alguma entrevista, você até pode até citar que trabalhou com a agência X ou o cliente Y, mas nunca dê detalhes sobre os projetos e textos traduzidos. Lembre-se da confidencialidade.
9) Utilize uma CAT! Já falamos sobre as CATs em outros posts do blog, mas nunca é demais lembrar que muitas agências dão preferência aos tradutores que sabem utilizar alguma CAT, pois elas poupam tempo e trabalho, além de deixar o texto mais uniforme. Por isso, procure aprender a utilizá-las. Há vários vídeos no youtube com tutoriais simples para quem está começando.
10) Seja organizado! Tire da sua frente tudo que possa distraí-lo na hora do trabalho. Abra algumas guias do seu navegador para adiantar o trabalho na hora de pesquisar algum termo ou palavra. Seja direto em suas pesquisas (para não perder tempo) e se possível, tenha um dicionário digital para facilitar suas buscas.

Quanto devo cobrar?

Uma das maiores preocupações dos tradutores iniciantes é justamente o quanto devem cobrar por seus trabalhos realizados.
Lembro que quando comecei não tinha a menor noção, e pelo fato de não ter muita experiência, cobrei R$0,03 quando consegui o primeiro cliente.
Também não entendo o que acontece quando um tradutor iniciante pede ajuda aos tradutores já experientes sobre valores que devem cobrar, e as respostas vão surgindo como: “Depende…”, “Isso é algo que pode variar…”, “Use a tabela do Sintra…” e por aí vai. Aparecem as mais diversas respostas que, ao meu ver, não ajudam em nada!
Se você cobra R$0,03, alguns tradutores experientes te criticam pelo fato de ser muito barato e não estar valorizando o seu trabalho, a sua profissão… Ao mesmo tempo, muitos tradutores iniciantes não se sentem a vontade para seguir a tabela do Sintra, pelo fato de não ter experiência. E agora? Tenho o trabalho na mão e não sei o quanto cobrar. O que eu faço?
Calma! 
Pensando nisso, vendo a dificuldade de muitas pessoas e lembrando desses momentos complicados pelos quais já passei, fiz o post “Quanto devo cobrar?” tendo como base alguns conselhos que foram dados a mim por colegas, professores e alguns que consegui em pesquisas na internet.
Caso você trabalhe com interpretação simultânea ou consecutiva, geralmente se cobra de R$1.300,00 a R$1.400,00 por um dia de trabalho, ou seja, 6h de trabalho. Se você não tem experiência, cobre menos, mas não cobre menos de R$1.000,00 por 6h de trabalho (eu nunca trabalhei com interpretação, mas recebi esse conselho de um professor, em uma palestra que fui no Instituto Cervantes).
Se você trabalha com tradução para dublagem ou para legendagem, os valores praticados são aproximadamente R$5,00 a R$6,00 por minuto, com script (dicas da Dilma Machado). Caso você precise timear ou transcrever as falas, além de ter que traduzir, pode cobrar um pouco mais.
O mais tradicional dos trabalhos de tradução são os textos. E daí surge a  maioria das perguntas como: “devo cobrar por lauda?”, “Cobro por palavras?”, “Cobro por hora?”, “Quanto devo cobrar?” e por aí vai.
Algumas agências de tradução trabalham com laudas, mas isso já é considerado ultrapassado, pois a lauda varia. Alguns entendem 1 lauda como 1000 caracteres sem espaço, outros entendem com espaço.  Para não ter problemas com caracteres, espaçamento, fonte e tamanho das letras, muitos tradutores preferem cobrar por palavras, que é algo mais concreto. E aí, a média fica em R$0,10 por palavra (para cliente direto). Já vi agência que paga ao tradutor R$0,04 por palavra, ou até mesmo R$0,01.
Quando a agência de tradução passa o valor do pagamento, cabe a você aceitar ou não. Se for cliente direto, você tem maior liberdade para decidir o valor.
Ah! Detalhe importante: lembre-se sempre de enviar seu trabalho para um revisor antes de entregar ao cliente!

Espero ter ajudado com esse post. Caso ainda tenha alguma dúvida, você pode ler mais sobre o assunto no livro “Tradutor Iniciante: O que você precisa saber para começar sua carreira!” ou através da Consultoria para Tradutor Iniciante.Se você tem um amigo que está começando a carreira como tradutor e se sente perdido quanto aos valores que deve cobrar, compartilhe esse post com ele!

Fiz um post mais atualizado para você aprender a calcular o valor da sua tarifa! Para ver, basta clicar aqui: Quanto devo cobrar 2 e Quanto devo cobrar 3.

Freelancer X In House

Uma dúvida que às vezes surge quando começamos nossa carreira como tradutor é justamente se devemos começar como tradutor freelancer (autônomo) ou se devemos trabalhar internamente em uma agência de tradução (in house).
Como em tudo na vida há vantagens e desvantagens, deixarei aqui algumas características para que você conheça um pouco e decida o que valerá mais a pena.

Tradutor Freelancer (autônomo):

  • Escolhe o próprio horário de trabalho: pode trabalhar de segunda a sexta-feira, ou somente aos finais de semana. Pode viajar, ir ao cinema ou à praia quando quiser, porém deve ser responsável o suficiente para manter a qualidade do trabalho e entregar tudo dentro do prazo combinado.
  • O salário pode variar de acordo com a demanda de trabalho. O mês que “chover” trabalho, pode receber um excelente salário, assim como se o mercado estiver escasso, o salário será bem mais baixo.
  • Tem a liberdade de escolher onde vai trabalhar. Só é importante lembrar que precisa do básico para isso: um computador com acesso à internet, principalmente.
  • Não tem alguns benefícios como férias remuneradas, plano de saúde, fundo de garantia, previdência… a menos que você mesmo pague por isso.
  • Trabalha sozinho, geralmente em sua própria casa.
  • Precisa saber controlar as finanças, afinal, como já foi dito antes, o salário varia de acordo com a quantidade de trabalho.
  • Tem a preocupação (principalmente no início da carreira) de buscar constantemente novos clientes (sejam clientes diretos ou agências de tradução) para aumentar a quantidade de trabalho.
Tradutor In House (trabalha internamente em uma agência de tradução):
  • Tem horário fixo de trabalho.
  • Tem salário fixo, podendo receber “um extra”, dependendo da agência, pois algumas impõem uma meta de X palavras que, caso sejam ultrapassadas, podem gerar bônus.
  • Chova ou faça sol, precisa ir todos os dias à agência, pois lá é o seu local de trabalho.
  • Tem benefícios como férias remuneradas, plano de saúde, previdência, fundo de garantia e outros mais, dependendo da agência.
  • Apesar de ser um trabalho “solitário”, estará em contato com as outras pessoas que trabalham ao seu redor na agência.
Escritório da Agência Porto Traduções
Eu nunca trabalhei In House, então não tenho tantas dicas para passar. Mas se você quiser mais informações, até mesmo para comparar as duas formas de trabalho, aconselho que ouça o TradCast // O primeiro podcast brasileiro de tradução que discute justamente esse tema.
Para quem trabalha há bastante tempo como tradutor e já possui uma sólida carteira de clientes, acredito que o melhor seja trabalhar como autônomo. Caso você esteja começando agora, pode optar por ser autônomo ou contratado. De uma forma ou de outra, viverá experiências que o ajudarão no futuro! Afinal, algumas coisas só aprendemos através das experiências vividas…

Tradução Automática e Tradução Assistida

Uma das discussões que podemos encontrar no meio dos tradutores é sobre a tradução automática e a tradução assistida. Com o tempo, você encontrará pessoas que defendem a tradução automática com todas as suas forças e também quem a condene. O mesmo ocorre com a tradução assistida: há tradutores que podem dizer que essas ferramentas não são necessárias, como também, há outros que não aceitam que um tradutor trabalhe sem utilizá-las.
Mas, qual a diferença entre elas? Em que irão me ajudar ou não?
A tradução automática (MT) não é tão precisa, e tampouco pode ser comparada à tradução feita por uma pessoa, mas ajuda bastante caso o leitor não tenha ideia do que está escrito e deseja ter uma noção.
A máquina fará uma tradução rápida, porém com muitos erros, principalmente quando o texto a ser traduzido não for técnico, pois a máquina não sabe interpretar.
Para pessoas que trabalham com tradução técnica, com tradução de manuais, receitas de cozinha e textos que sigam um determinado padrão de escrita a tradução automática pode ajudar bastante. O trabalho não será perfeita! É preciso revisar e corrigir bastantes erros.
Já a tradução assistida (CAT) padroniza o texto traduzido, os termos utilizados, as frases que se repetem, pois há uma memória de tradução que guarda os termos já traduzidos anteriormente. Isso também ajuda a adiantar bastante o trabalho dos tradutores, e a maioria das agências de tradução utilizam essa ferramenta para ganhar tempo nos trabalhos, pois um arquivo com 10.000 palavras pode se transformar em um arquivo com apenas 2.000 palavras para traduzir, pois as outras 8.000 podem já estar na memória de tradução, por já terem sido utilizadas em traduções de documentos anteriores.
É muito importante conhecer ambas as ferramentas e saber como e quando utilizá-las. Um exemplo de tradução automática é aquela que vemos no famoso Google Translate, ou no Bing Translator. Em relação à tradução assistida, você pode utilizar softwares como o Omega T ou o Wordfast Anywhere que são gratuitos e excelentes para quem está começando e pretende conhecer melhor as ferramentas antes de investir em uma CAT que não seja gratuita.
Meu conselho é que você faça os testes e tire suas próprias conclusões. Procure diversos tipos de textos e traduza cada um deles usando um tradutor automático e uma ferramenta de tradução assistida para perceber as diferenças e decidir qual a melhor forma de realizar um trabalho de qualidade com a ajuda da tecnologia.

Defina seus objetivos como tradutor!

Outro dia estava lendo na internet um site que ensinava justamente a definir nossos objetivos. Parece algo simples, mas muitas vezes acabamos desviando nossa atenção com outras coisas e deixamos de lado um planejamento que é realmente importante quando queremos chegar em algum lugar.
Em seu site, Elena Fernández fala sobre o “profissional folha” e o “profissional flecha”. O primeiro, é aquele que vive como as folhas que caem das árvores e se deixam levar pelo vento, se movendo de um lado para o outro sem fazer esforço. Já o segundo, é aquele que decide fixar um objetivo com a intenção de ajustar seus esforços para alcançá-lo.
Assim como uma flecha tem o seu alvo bem definido para atingir, nós também precisamos de objetivos claros e reais para alcançar.
Veja alguns pontos importantes para traçar seus objetivos:
  • Precisão: se seu objetivo é conseguir trabalhar como freelancer para agências de tradução, especifique com quantas agências deseja trabalhar.
  • Indicador: é bom que você tenha um indicador ou uma forma de medir o quanto conseguiu atingir de seu objetivo. Se queria conseguir 10 agências, e você conseguiu 3.
  • Prazo: estabeleça prazos. Não é o mesmo conseguir trabalhar com 10  em 1 mês ou em 3 anos.
  • Escreva: novamente aconselho que coloque suas ideias no papel, assim é mais fácil lembrar e acompanhar o avanço.
Após a definição dos objetivos, é preciso traçar um plano de como iremos alcançá-lo. Segundo o exemplo acima, o objetivo é trabalhar como freelancer para 10 agências de tradução no Brasil, mas como vou conseguir isso em 1 mês?
1º passo: procurar na internet as 50 maiores agências de tradução no Brasil (1 a 2 dias);
2º passo: verificar (dentro das 50 agências) as que trabalham com áreas do meu interesse (1 a 3 dias);
3º passo: entrar em contato com as agências (2 dias);
4º passo: ver as respostas (esse passo pode levar um prazo maior, mas não deixe que passe de 15 dias para não perder o foco e os prazos estabelecidos).
Se por algum motivo seu objetivo não deu certo, reveja seu planejamento. Refaça e tente novamente. Às vezes, é por causa de um detalhe que não acertamos o alvo. O importante é ter seu objetivo bem claro, para que então você consiga traçar a melhor estratégia.
Seja flecha! Mire bem o seu alvo e boa sorte!

5 dicas de como se organizar para conseguir clientes

Todo tradutor precisa de clientes. Sem clientes não temos trabalho. Sem trabalho, não temos dinheiro.
Uma das tarefas mais complicadas, na minha opinião, é justamente a de conseguir clientes (seja cliente direto ou agência de tradução), pois hoje em dia a concorrência é muito grande, e pelo fato da profissão de tradutor não ser regulamentada, qualquer pessoa pode atuar na carreira.
Devido aos fatos citados, achei interessante escrever esse post com 5 dicas de como se organizar para conseguir clientes.
1- Analise o que você faz (legenda, interpretação, tradução de vídeo game, técnica, jurídica), como faz (ou seja, seu diferencial para fazer isso) e por que você faz isso. De preferência, escreva. Quando colocamos nossas idéias no papel, não ficam tão vagas. Neste site há uma tabela que vai te auxiliar bastante para fazer esta análise.
2- Defina sua especialidade. Muitos podem pensar que fazendo de tudo terão mais oportunidades, mas lembre-se que se queremos ter clientes, nosso trabalho precisa ter qualidade. Às vezes, quem faz tudo não faz nada direito.Busque trabalhar com áreas que tenha conhecimento e que sejam de seu interesse para que não venha a se transformar em algo chato. Ao definir com o que deseja trabalhar, será mais fácil conseguir encontrar os clientes certos.
3- Acesse um site de busca e pesquise sobre os profissionais que já atuam nessas áreas escolhidas. Assim, você pode ter uma noção da demanda do mercado.

 

4- Seu trabalho tem valor, e é preciso saber que valor o cliente percebe: quais vantagens ele receberá ao contratar o serviço, que problemas resolveremos, quais barreiras transpassaremos para favorecê-lo.

5- Invista em um cartão de visita e o utilize sempre que houver uma oportunidade. Mesmo que você trabalhe em casa e a maioria dos seus clientes tenham sido encontrados através da Internet, é importante ter um cartão para ser lembrado. O Networking é muito importante em nossa profissão, por isso, caso esteja em algum evento, é bom ter seu cartão de visitas para ser lembrado, ainda mais se seu cartão for criativo e diferente dos tradicionais.
Espero que essas dicas sejam úteis para começar a carreira! Qualquer comentário, crítica ou sugestão, escreva aqui embaixo.
Compartilhe o post!!!  😉

II Simpósio de Educação – Tradução e Interpretação

Mais um evento!!! Dessa vez em São Paulo!

Não tenho muitas informações sobre este evento, pois vi em um grupo no Facebook. Mas abaixo segue a programação e o e-mail para fazer sua inscrição e tirar dúvidas.

II Simpósio de Educação – Tradução e Interpretação da Faculdade Anhanguera Taubaté Unidade 1

II SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO: TRADUÇÃO E INTERPRETAÇÃO
19 DE OUTUBRO DE 2013

8h – Confirmação das Inscrições (1 lata de leite em pó)

8h30 às 10h – Tema: Os Desafios de uma Carreira de Tradutor/Intérprete.
Palestrante: Liam A. Gallagher

10h às 10h30 – Coffee-Break
(Exposição das Obras Expressionistas de Washington Oliveira)

10h30 às 12h – Tema: Intérprete de Conferências: um sonho distante ou uma meta tangível?
Palestrante: Armando Silveiro

12h – Almoço

13h 30 às 15h – Tema: A Tradução Técnica: importância, abrangência e como crescer nessa atividade.
Palestrante: Roberto Seabra da Costa

15h às 15h30 – Coffee-Break
(Exposição das Obras Expressionistas de Washington Oliveira)

15h30 às 17h – Tema: Tradução automática: aspectos técnicos, práticos e éticos.
Palestrante: Roger Chadel

17h – Encerramento

Inscrições pelo e-mail: ana.abud@aedu.com

Quartas de Tradução

Pessoal, fiquei sabendo ontem desse evento que começa na semana que vem.

O Quartas de Tradução ocorrerá no Instituto Cervantes, em Botafogo, no Rio de Janeiro e falará sobre as características da profissão e de suas diferentes especialidades.

Quem quiser maiores informações, pode clicar na foto abaixo.

Para se inscrever, é preciso ir à secretaria do Instituto, ou ligar para o telefone (21) 3554-5910 para receber as informações necessárias.

Clique aqui para saber mais!