Trabalho em casa, e agora?

É muito comum trabalhar em casa quando se é tradutor. Não é uma regra, afinal, alguns de nós trabalham em agências, como já comentei no post Freelancer X In House, mas a maioria trabalha como freelancer e/ou home office.
Também é muito comum ver os brasileiros, principalmente os das grandes cidades como Rio de Janeiro e São Paulo (não posso falar muito de outros lugares pois não conheço muito bem), acordar cedo, trocar de roupa, sair para trabalhar, pegar aquele trânsito até chegar ao local de trabalho, pegar o mesmo trânsito para voltar para casa e chegar à noite, cansado…
Quando trabalhamos em casa, essa rotina muda (graças a Deus)!!!
Desde quando comecei a trabalhar como Tradutora, nunca mais peguei trânsito (pelo menos não para trabalhar…rs). Sempre fui freelancer e trabalho em casa na maioria das vezes, ou seja, não preciso sair para trabalhar! Mas é aí que está a grande questão!!!
Para trabalhar em casa é preciso ser organizado!!!

Atenção ao horário!!!
 
Não adianta eu querer acordar todo dia às 11h da manhã se sei que meus clientes estão online a partir das 8h ou 9h e a qualquer momento podem precisar falar comigo e enviar algum trabalho. Neste caso, o primeiro passo é estabelecer um horário de trabalho!!! Mas tenha bom senso: escolha um horário que coincida com os de seus clientes, afinal, eles precisam te encontrar disponível quando precisarem do seu serviço.
Se você adora dormir, como eu, crie uma estratégia para acordar… Deixe uns recadinhos no despertador do seu celular… principalmente se você gosta de usar a função “soneca”!!!
Que roupa vou usar???
Perguntinha bem feminina, né? E pode ser que esse dilema seja bem feminino também. E mais, confesso que depois que parei de trabalhar fora, estranhei muito o fato de não precisar me arrumar
tanto. Passei a sair menos (afinal, agora só saio com o marido, amigos ou família, e isso não acontece todo dia), e senti falta de me arrumar mais.
Apesar da roupa não afetar minha produtividade, tem gente que parece que fica com sono enquanto não tira o pijama do corpo (e talvez isso sirva para alguns homens). Várias vezes, principalmente no inverno, gosto de trabalhar enrolada em um cobertor (aqui onde moro faz muito frio), mas se você tem certas dificuldades de concentração em casos como esse, faça de conta que está saindo para trabalhar na rua, e se arrume como se realmente fosse trabalhar fora. Quem sabe assim você consiga se concentrar melhor e procrastinar menos…
Onde vou trabalhar???
Algo que pode ser que te ajude, é criar um espaço da casa para ser seu cantinho, seu escritório. Eu não tenho um cômodo da casa para ser meu escritório, mas tenho um cantinho que reservei para trabalhar. Peguei uma pontinha da mesa de jantar pra mim. Pena que “meu escritório” tem que desaparecer quando fazemos algum almoço em família ou jantar com amigos…Brincadeiras à parte, isso também pode parecer bobeira, mas é algo simples e muito importante, pois se você tiver tudo o que precisa a mãos, não irá se distrair ou perder tempo de trabalho procurando livros, dicionários, ou qualquer outra coisa que seja essencial para realizar um bom trabalho.

Vi esse modelo de home office na internet e adorei a ideia de transformar uma possível varanda em um pequeno escritório. Quem sabe, quando eu tiver um apartamento ou casa com varanda eu faça isso. Além de ter uma vista para distrair quando estiver cansada, não vou mais precisar ocupar a mesa de jantar para trabalhar…

 

O que é ser Tradutor?

Li esse texto no site da Korn Traduções e achei tão interessante que quis compartilhar com todos!
Às vezes é um pouco difícil descrever a profissão, mas para quem ainda está em dúvida sobre a carreira, lendo este post terá uma ideia do que é ser tradutor, principalmente sobre como é o nosso dia a dia.

“Muitos acreditam que, para ser tradutor, basta conhecer duas línguas; outros imaginam que ser tradutor é, apenas, transcrever um texto de um idioma para o outro. 

Há ainda aqueles que afirmam que o trabalho de um tradutor é fácil, já que é possível utilizar ferramentas que farão o trabalho por ele. Depois, é só dar uma ajeitadinha aqui, outra ali… 

Mas apenas o tradutor conhece a complexidade da sua profissão. E a escolheu porque é apaixonado pelas particularidades e mistérios de cada idioma. Escolheu porque sabe da importância de uma tradução fiel à mensagem original. E porque está disposto a se manter sempre atualizado com ideias, conceitos e palavras. 

Ser tradutor é ler, pensar, falar – e até sonhar – em dois, três (quatro, por que não?) idiomas no mesmo dia. Às vezes, na mesma hora. 

É lidar com um conhecimento diversificado 24 horas por dia, sete dias na semana. É estar em contato com a profissão até mesmo nos momentos em que não se está trabalhando. 

É ter como melhor amigo o teclado. E como inimigo, o relógio. Sim, é conseguir trabalhar sob pressão. E passar madrugadas em claro. É saber que atrasos na tradução não são tolerados. É estar preparado para mudar a rotina de acordo com a demanda do cliente.

Ser tradutor é fazer com que uma mesma mensagem possa ser entendida por pessoas dos mais diversos países, independentemente de seus idiomas nativos.”

Tenho muito orgulho por ser tradutora (sonho que tive aos 9 ou 10 anos e consegui realizar), e ao ler esse texto, além de sentir ainda mais orgulho da minha profissão, me emocionei muito!

Ser tradutor não é fácil. Só segue carreira quem gosta muito da profissão. Apesar de trabalharmos “sozinhos”, umas das coisas que admiro é que muitos profissionais têm a boa vontade de ajudar tanto os iniciantes quanto os experientes na hora em que surge alguma dúvida.
Parabéns, equipe Korn! Esse post de vocês foi sensacional!!!

Para quem quiser ler o post completo da Korn Traduções, basta clicar aqui.

1º Encontro do Tradutor Iniciante

Para comemorar o mês do Tradutor e para nos conhecer e trocar ideias pessoalmente, estamos marcando dois encontros: um em São Paulo, no dia 27/09/14 e um no Rio de Janeiro, no dia 28/09/14.

Para ficar por dentro dos locais de encontro, acesse o link de Eventos do grupo Tradutor Iniciante no Facebook.

Caso não consiga visualizar, solicite participação no grupo, e para ser adicionado mais rápido, envie mensagem para o moderador solicitando participação.

Batalhas de um Tradutor Iniciante

Para quem está começando a carreira ou pretende começar, é muito importante que pesquise sobre o tipo de trabalho que será realizado, os desafios a serem enfrentados e se possível, entre em contato com profissionais que já atuam na área há algum tempo.

Há vários livros (sejam físicos ou e-books) que também auxiliam o Tradutor Iniciante no começo da carreira. Um deles é o “Batalhas de um Tradutor Iniciante”, de Ana Honrado. 
Ana entrou em contato comigo por e-mail e me falou sobre o livro. Decidi pesquisar um pouco mais sobre ele na internet além de ler e conferir que tem muitas dicas interessantes para quem está começando a carreira e ainda se sente um pouco perdido. Como a minha intenção aqui é de ajudar quem está começando, estou indicando para quem quiser aprender um pouco mais.
Algo que me encantou e gostaria de dividir com vocês foi o trecho no qual Ana Honrado escreve: “Acredito que o tradutor tem a sua própria cultura e como um ator, veste a de outros em momentos em que tem de traduzir para pessoas diferentes, com línguas diferentes, isto porque cada cultura tem a sua forma de estar, agir e fazer-se ouvir.” E ainda “Trabalhar como tradutora, de certa forma, é como receber para trabalhar em causa própria.”
Sobre a Autora: “Ana Honrado formou-se em Tradução na Universidade Católica Portuguesa de Lisboa em 2007.
Efectuou uma especialização em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa e uma Pós-graduação em Turismo no ISLA (áreas em que trabalha maioritariamente), assim como outros pequenos workshops.
Trabalhou em locais como PME’s de tradução, Embaixada da Índia e TAP, assim como em algumas Editoras nacionais, empresas de tradução internacionais (como freelancer) e Seguradoras de Crédito.
Lança em 2013 o seu livro intitulado “Batalhas de um Tradutor Iniciante”, com o qual pretende, não só, partilhar, como relembrar alguns factos relacionados com a tradução e também alguma da experiência adquirida quer nestes 7 anos de trabalho quer durante os anos de curso.
Trabalha como tradutora freelancer desde 2007.”

Ficha do livro: 

Título: “Batalhas de um tradutor iniciante”
Autor: Ana Honrado
Editora: edição de autor – Bubok
Nº páginas: 134
Preço: 9,59 € (E-Book) 13,15€ (Papel)

Quem quiser adquirir o livro, é só clicar aqui.*

*Este não é um post patrocinado.

6 dicas para aumentar a concentração no trabalho!

Uma vez recebi um trabalho e não conseguia me concentrar por nada naquilo que tinha que fazer. E vocês sabem como é: não há como fazer uma boa tradução quando lemos algo e não conseguimos prestar atenção ao que acabamos de ler.

Resolvi pedir socorro aos colegas do grupo Tradutor Iniciante e recebi várias dicas. Deixo algumas delas aqui para quem precisar, como eu precisei naquele dia.
Utilize ferramentas offline – Quando traduzimos um texto, podemos usar várias ferramentas que não necessitam estar conectadas à internet. Eu gosto de traduzir meus arquivos usando o Trados ou o MemoQ. Não preciso estar online para usá-los. Outra coisa importante é conseguir um dicionário eletrônico offline. Sei que é complicado ficar offline pois nos comunicamos com os clientes por e-mail, skype ou qualquer outro meio online. O que fazer, então? Se você se distrai com facilidade em Redes Sociais, experimente usar o Cold Turkey. Ele pode te ajudar a bloquear essas redes, caso você não consiga se controlar. O Rescue Time também é muito bom. Ele registra quanto tempo você passou em determinado site ou com este ou aquele programa. Assim você conseguirá ver quais foram as suas prioridades em determinado período de tempo. Ah! Quase esqueci: fique longe do seu smartphone!!! Ele também pode se transformar em uma distração.
Faça algumas pausas – Saia para dar uma volta. Saia da frente do computador por alguns minutos, não muitos para não perder a hora e acabar atrasando a entrega do trabalho. Essas pausas permitem que coloquemos as ideias em ordem para então conseguir de volta a tão necessária concentração para traduzir ou revisar um arquivo.
Utilize uma playlist – Você pode encontrar algumas playlists na internet com músicas que são planejadas para facilitar a concentração enquanto trabalhamos. Você pode encontrá-las no Focus@Will ou no YouTube usando palavras-chave como “músicas para relaxar no trabalho” e a partir daí, escolher seu estilo. 


Estabeleça prazos – Com certeza o prazo para a entrega do trabalho foi o primeiro a ser estabelecido! Mas quando é difícil se concentrar para trabalhar, precisamos estabelecer prazos por menores que sejam. Por exemplo, prazo para finalizar a tradução de X páginas, prazo para finalizar a tradução do arquivo, prazo para revisar o arquivo traduzido, e por aí vai. Você também pode usar um despertador ou um timer para te ajudar a lembrar dos prazos estabelecidos.  Veja esse vídeo! Foi uma das dicas que me deram, e achei muito legal.

Comece bem o seu dia, todos os dias –  Comece o dia alimentando-se bem. Se possível, faça exercícios pela manhã. Estude quais são suas prioridades para aquele dia e procure segui-las.

Cuide-se (este tópico é principalmente para as mulheres)- Quando trabalhamos como tradutor freelancer ficamos em casa durante a maior parte do tempo, pois a nossa casa passa a ser nosso local de trabalho. Mas independente disso, quer trabalhe fora ou não, cuide da sua apresentação! Sua performance depende da forma como se sente. Se você se sente atraente, bem apresentável, profissional, pronto(a) para o que der e vier, provavelmente terá um dia mais produtivo.

Faça uma boa revisão ao terminar o trabalho!

Para garantir a qualidade do seu trabalho, é preciso lembrar de alguns detalhes, como já comentados nos posts “Como gerar um trabalho de qualidade” e “10 coisas que todo tradutor deve saber!“. Neste post, porém, quero falar mais sobre a questão da revisão.
Sempre (não importa a situação ou para quem é o trabalho), SEMPRE revise o texto que acabou de traduzir. SEMPRE!!! Por mais que seu prazo seja curto, revise!
Assim que terminar a tradução, é importantíssimo reler o trabalho não somente para verificar se há erros ortográficos, mas para saber se o texto final está bem escrito, ou se é possível encontrar alguns sotaques, ou seja, traduções muito literais com formas não usuais no idioma de chegada, e que acabarão não fazendo sentido para o leitor.
A revisão do trabalho é tão importante quando a tradução, seja para um cliente direto como para uma agência de tradução. Não digo que não possa deixar passar nenhum errinho, afinal, errar é humano, mas se podemos evitá-los e apresentar um trabalho perfeito, melhor (tanto para o tradutor, como para o revisor e para o cliente).
Se tiver tempo (pois nem sempre isso é possível), ao terminar de traduzir, saia da frente do computador, beba um copo de água, faça outra coisa para distrair a mente, e depois revise o texto. Assim será mais fácil encontrar algum erro ou sotaque.
Geralmente o nosso trabalho passa pela mão de um revisor, justamente porque a pessoa que ainda não viu o texto conseguirá entender ou encontrar detalhes que o tradutor talvez não encontre. Não que este não seja capaz ou que não saiba gramática ou algo assim, mas pelo fato de já estar imerso no trabalho e o revisor ainda não ter lido o texto.
Lembre-se que qualidade não é diferencial. Qualidade é o mínimo que podemos oferecer em nosso trabalho. Logo, faça-o da melhor maneira possível!

Valorize o seu trabalho! – Parte 2

Certa vez li na internet algo que dizia: “Se você nunca negocia a conta do restaurante, por que acha que o meu trabalho não custa dinheiro?”.
Quando vi essa pergunta, parei para pensar. Realmente, ninguém entra no restaurante e faz um acordo com o garçom para pagar somente a metade do valor e em troca, volta para almoçar naquele local na próxima semana, por exemplo. Muito pelo contrário! Geralmente paga-se 10% a mais da conta por causa do serviço do garçom.
Infelizmente, muitas pessoas querem valorizar o seu trabalho e desvalorizar o do próximo. E na tradução não é diferente. Vejo em diversos sites pessoas que procuram tradutores para um determinado projeto, porém não estão dispostos a pagar o valor que o nosso trabalho vale.

É preciso levar em consideração que o trabalho de um tradutor não é tão simples quanto parece. Não é somente sentar e digitar. Muitas vezes, dependendo do tipo de texto, precisamos estudar e pesquisar sobre o tema para fazer uma boa tradução.
Como já disse no post “Valorize o seu trabalho!“, se um cliente acha que estamos cobrando muito caro, terá duas opções: (1) ou procura alguém que cobre mais barato, ou (2) ele mesmo pode fazer (e usar um tradutor automático). 
Já pensou como seria bom se ao entregar um trabalho, o cliente desse 10% a mais do valor cobrado pra gente, só porque gostou do serviço???
Este post foi inspirado no blog de Ismael Labrador.

Valorize o seu trabalho!

Algo que pode ser considerado preocupante não somente em nossa carreira, mas em muitas onde o profissional atua como autônomo é a questão da valorização do seu trabalho.
Alguns profissionais ficam preocupados em passar o orçamento de um determinado trabalho porque o cliente pode achar muito caro. Mas se o cliente quer um serviço profissional, deve pagar o quanto vale, caso contrário, é melhor procurar o orçamento mais barato, e talvez menos profissional ou totalmente leigo. Aí, é melhor tomar cuidado para que o resultado não seja como o da foto abaixo.
Outra coisa é, para reduzir custos, achar que qualquer pessoa pode traduzir um determinado trabalho. Aí vem aquelas traduções estilo tradutor automático, totalmente sem sentido.
Quer um exemplo do que estou falando? Estava vendo um episódio de Friends (5º episódio da 10ª temporada) no qual Monica e Chandler pedem à Rachel que escreva uma carta de recomendação para que possam adotar um bebê. Joey também quer escrever mas não tem filhos, logo, não têm experiência no assunto. Vejam no vídeo abaixo o que acontece.
A carta que o Joey escreveu não fazia o menor sentido. Ele quer usar palavras bonitas, e acaba buscando no dicionário. Não há problemas em recorrer ao dicionário, mas não para todas as palavras. Agora imagina uma tradução sem sentido? Isso pode prejudicar uma empresa com relação ao fechamento de um negócio, por exemplo, fazendo com que deixe de ganhar ou até mesmo perca muito dinheiro.
Precisamos estar preparados e ser profissionais no que fazemos.
Caso o cliente não aceite o seu orçamento, não se preocupe. Mas também não cobre o valor de um trabalho amador sendo que foi feito por um profissional, de maneira profissional. (Caso não saiba o quanto cobrar, pelo fato de estar começando sua carreira agora, veja os links “Quanto devo cobrar?” e “Como criar um orçamento“).
Quer saber mais? Leia o post Valorize o seu trabalho! – Parte 2.

Não basta saber dois idiomas para ser tradutor!

Infelizmente muitas pessoas pensam que é fácil ser tradutor. Basta saber dois idiomas e pronto! Posso ser freelancer e conseguir um dinheiro extra. Se você pensa assim, tem duas opções:
1) desista, pois não será um bom profissional se pensar assim;
2) especialize-se e não trate a profissão de um tradutor como um bico!
Ser tradutor vai muito além de saber dois idiomas! É preciso comprometimento! Não basta ter vocabulário no idioma estrangeiro, se não sabe como construir uma frase. Isso sem falar que é preciso saber muito bem o seu idioma materno!
Outro dia estava ouvindo o English Podcast, onde o Ulisses Wehby de Carvalho (do Tecla Sap) fez uma comparação interessante. Era mais ou menos assim: não é porque eu tenho duas mãos que eu sou pianista. Para ser um pianista é preciso muito mais. Do mesmo jeito, para ser tradutor, é preciso muito mais do que saber dois idiomas e ter um bom dicionário.
Para ser um bom profissional é preciso aperfeiçoamento constante. Procure cursos de graduação e pós-graduação. Leia e pesquise bastante! Sempre que puder, participe dos eventos voltados para a área de tradução.
Outro detalhe: nunca pare de estudar! Os idiomas mudam constantemente. De tempos em tempos aparecem novas gírias, ou dependendo da sua área de atuação, novas nomenclaturas ou novos instrumentos. A língua é viva e precisamos estar atentos às suas mudanças. 

Divulgue o seu trabalho!

Quando fazemos uma pesquisa na internet sobre como divulgar nosso trabalho (quando somos autônomos), encontramos várias dicas para criar um portfólio e demonstrar o que já fizemos. Mas tome cuidado, tradutor!!! Muitos dos trabalhos que fazemos são confidenciais e não podemos mostrá-lo.
Então, como fazer para “aparecer” e divulgar o trabalho?
Além de todas as dicas já dadas nos posts “Como começar minha carreira como tradutor?“, “5 dicas de como se organizar para conseguir clientes” e “Como começar a conseguir trabalho?” vou dar mais uma dica: Crie uma página na web
Você que já está trabalhando ou quer trabalhar como autônomo, precisa estar sempre em busca de novos clientes (afinal, sem cliente = sem trabalho = sem dinheiro). Quanto mais informações sobre você e sobre a forma como faz seu trabalho o cliente conseguir, melhor.
Quando criar a sua página, apresente sua marca pessoal! Se possível, resuma, em apenas uma página, toda a informação sobre o seu trabalho. Caso um cliente queira mais informações, ele terá uma ideia de como você trabalha, saberá em quais empresas já trabalhou (para ter mais referências), etc. Caso queira colocar algum perfil de redes sociais, utilize somente os que forem de uso profissional. Evite colocar Facebook ou Instagram, se você as utiliza para postar informações pessoais (como fotos sua na praia, na frente do espelho ou meia dúzia de abobrinha que você falou pra “zuar” um amigo). Dê preferência, neste caso, pela LinkedInEmpreendemia, Twitter, ou a que você mais utiliza profissionalmente.
Se não sabe por onde começar, deixo a dica de alguns sites como o flavors.me e o about.me, que são especializados em fazer um currículo online.
Você também pode criar uma página como um blog usando o Blogger, WordPress, Wix, ou qualquer outro de sua preferência para postar informações relevantes sobre você e conteúdos que possam interessar um futuro cliente. (Estou dando dicas de ferramentas gratuitas, mas você também pode comprar o domínio e ter uma página mais profissional, usando o Hostgator, por exemplo.)
Lembre-se que o importante é ter uma marca pessoal, e uma página na qual você possa refletir a sua maneira de trabalhar.
Este post foi inspirado na matéria escrita pelo JugoSocial.